A Frase

" O resultado fica para a história, o jogo bonito passa "

FELIPÃO
, Técnico da Seleção Brasileira, em entrevista coletiva, antes da grande final da Copa das Confederações, diante da Espanha, no Maracanã


quinta-feira, 12 de março de 2009

Tricolor ganha do Chicó e renasce na Libertadores

Em 1995, quando o Grêmio era treinado por Luís Felipe Scolari e ergueu a Taça Libertadores tendo Darnlei, Roger, Paulo Nunes e Jardel na equipe, o adversário na grande final foi um time colombiano: o Atlético Nacional, de Medelín.

O placar, no Olímpico, foi o de 3 a 1 para o Grêmio.

Na Colômbia, terminou com o empate de 1 a 1, para a festa dos gremistas.

Nesta quarta-feira, passados 14 anos, o Grêmio voltou a disputar uma partida de Libertadores em solo colombiano.

O empate, ao contrário do que ocorreu em 95, não seria motivo de festa, mas de crise e de demissão para Celso Roth.

O meia Souza, há poucos dias do jogo, declarou que a má fase do clube gaúcho era por culpa dos jogadores, não do treinador.

Atitude magnânima, que possibilitou a união do grupo.

Cheguei a temer pelo pior.

Mas o Tricolor mostrou força, garra, perseverança de campeão.

Foi à Tunja, há 130 Km de Bogotá, com a altitude de quase 2.700 metros acima do nível do mar e encarou o Boyacá Chicó de peito aberto.

E o interessante é que boa parte do elenco gremista jamais havia jogado na altitude...

O jogo foi disputado de modo franco e objetivo.

O Chicó ia ao ataque e o Grêmio contra-atacava como se estivesse no Olímpico, tendo o apoio maciço do torcedor.

As oportunidades foram várias, mas o Tricolor só chegou ao gol aos 31 minutos, numa cobrança de falta de Souza, em lance iniciado por Tcheco, "o lento", na visão do treinador Alberto Gamero.

O fato é que o Grêmio merecia muito mais que o simplório 1 a 0.

Alex Mineiro, Herrera, Jonas... inúmeras chances foram desperdiçadas.

Por falar em Jonas, até agora estou inconformado com o gol que ele deixou de fazer aos 34 minutos da etapa final, quando, em três oportunidades claras, com o gol vazio inclusive, não garantiu o sorriso escancarado ao torcedor brasileiro, em especial ao sulista.

Ainda bem que os três pontos, tão desejados, vieram da Colômbia para o Brasil.

Celso Roth agradece e respira aliviado.

Assim como os gremistas, que já estavam cansados de maus resultados.

Grêmio, seja muito bem-vindo, de novo, à Libertadores...

8 comentários:

  1. Pois é o Roth com o seu incrivel 3-5-2 respira aliviado, o problema é saber até quando

    Abraços PP

    ResponderExcluir
  2. Acho que só vc e o Roth acham o 3-5-2 do Grêmio incrível, Carlos! kkkkkkkkkkk Abraço, PP

    ResponderExcluir
  3. hey pessoal o Grêmio jogou no 4-4-2 ontem, e mais uma vez perdeu muitas chances de gol, acho que se tivessem caprichado mais nessas duas primeiras rodadas o Grêmio teria um saldo de 10 gols já. mas acho que esta de bom tamanho a vitoria, abraço
    Saudações do Gremista Fanático

    ResponderExcluir
  4. Não tenho dúvida alguma disso, Junior. Dava pra ganhar fácil! Abraço, PP

    ResponderExcluir
  5. Baseado no seu relato, já que eu não vi o jogo,então,o Roth ganha sobrevida.AFinal, além do bom resultado, o time jogou muito bem e essa é uma combinação ideal para a avaliação do trabalho do treinador.FORTE ABRAÇO!

    ResponderExcluir
  6. Verdade, Daniel! O Roth sobreviveu por mais um jogo. abraço, PP

    ResponderExcluir
  7. Quando a fase é ruim, qualquer meio a zero, eleva amoral do time.

    Abraços

    ResponderExcluir
  8. Verdade, Uelton. Ainda mais quando esse tal meio a zero é na Libertadores. Abraço, PP

    ResponderExcluir

Deixe o seu comentário sobre os textos do Blog do Persio Presotto