Em 1995, quando o Grêmio era treinado por Luís Felipe Scolari e ergueu a Taça Libertadores tendo Darnlei, Roger, Paulo Nunes e Jardel na equipe, o adversário na grande final foi um time colombiano: o Atlético Nacional, de Medelín.
O placar, no Olímpico, foi o de 3 a 1 para o Grêmio.
Na Colômbia, terminou com o empate de 1 a 1, para a festa dos gremistas.
Nesta quarta-feira, passados 14 anos, o Grêmio voltou a disputar uma partida de Libertadores em solo colombiano.
O empate, ao contrário do que ocorreu em 95, não seria motivo de festa, mas de crise e de demissão para Celso Roth.
O meia Souza, há poucos dias do jogo, declarou que a má fase do clube gaúcho era por culpa dos jogadores, não do treinador.
Atitude magnânima, que possibilitou a união do grupo.
Cheguei a temer pelo pior.
Mas o Tricolor mostrou força, garra, perseverança de campeão.
Foi à Tunja, há 130 Km de Bogotá, com a altitude de quase 2.700 metros acima do nível do mar e encarou o Boyacá Chicó de peito aberto.
E o interessante é que boa parte do elenco gremista jamais havia jogado na altitude...
O jogo foi disputado de modo franco e objetivo.
O Chicó ia ao ataque e o Grêmio contra-atacava como se estivesse no Olímpico, tendo o apoio maciço do torcedor.
As oportunidades foram várias, mas o Tricolor só chegou ao gol aos 31 minutos, numa cobrança de falta de Souza, em lance iniciado por Tcheco, "o lento", na visão do treinador Alberto Gamero.
O fato é que o Grêmio merecia muito mais que o simplório 1 a 0.
Alex Mineiro, Herrera, Jonas... inúmeras chances foram desperdiçadas.
Por falar em Jonas, até agora estou inconformado com o gol que ele deixou de fazer aos 34 minutos da etapa final, quando, em três oportunidades claras, com o gol vazio inclusive, não garantiu o sorriso escancarado ao torcedor brasileiro, em especial ao sulista.
Ainda bem que os três pontos, tão desejados, vieram da Colômbia para o Brasil.
Celso Roth agradece e respira aliviado.
Assim como os gremistas, que já estavam cansados de maus resultados.
Grêmio, seja muito bem-vindo, de novo, à Libertadores...

Pois é o Roth com o seu incrivel 3-5-2 respira aliviado, o problema é saber até quando
ResponderExcluirAbraços PP
Acho que só vc e o Roth acham o 3-5-2 do Grêmio incrível, Carlos! kkkkkkkkkkk Abraço, PP
ResponderExcluirhey pessoal o Grêmio jogou no 4-4-2 ontem, e mais uma vez perdeu muitas chances de gol, acho que se tivessem caprichado mais nessas duas primeiras rodadas o Grêmio teria um saldo de 10 gols já. mas acho que esta de bom tamanho a vitoria, abraço
ResponderExcluirSaudações do Gremista Fanático
Não tenho dúvida alguma disso, Junior. Dava pra ganhar fácil! Abraço, PP
ResponderExcluirBaseado no seu relato, já que eu não vi o jogo,então,o Roth ganha sobrevida.AFinal, além do bom resultado, o time jogou muito bem e essa é uma combinação ideal para a avaliação do trabalho do treinador.FORTE ABRAÇO!
ResponderExcluirVerdade, Daniel! O Roth sobreviveu por mais um jogo. abraço, PP
ResponderExcluirQuando a fase é ruim, qualquer meio a zero, eleva amoral do time.
ResponderExcluirAbraços
Verdade, Uelton. Ainda mais quando esse tal meio a zero é na Libertadores. Abraço, PP
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